
Sinopse:
No final do século XV, um velho mestre flamengo introduz num dos seus quadros um enigma que pode mudar a história da Europa. No quadro, o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro estão embrenhados numa partida de xadrez enquanto são observados por uma misteriosa dama vestida de negro. Todavia, à época em que o quadro foi pintado, um dos jogadores já havia sido assassinado.
Cinco séculos depois, uma restauradora de arte encontra a inscrição oculta: uis necavit equitem? (Quem matou o cavaleiro?) Auxiliada por um antiquário e um excêntrico jogador de xadrez, a jovem decide resolver o enigma. A investigação assumirá contornos muito singulares: o seu êxito ou fracasso será determinado, jogada a jogada, através de uma partida de xadrez constantemente ameaçada por uma sucessão diabólica de armadilhas e equívocos.
Livro fundamental para os amantes do mistério, A Tábua de Flandres foi a obra que tornou Arturo Pérez-Reverte o escritor espanhol contemporâneo mais lido em todo o mundo. Já adaptado ao cinema, é um apaixonante puzzle que o autor encadeia com uma destreza absolutamente excepcional.
No final do século XV, um velho mestre flamengo introduz num dos seus quadros um enigma que pode mudar a história da Europa. No quadro, o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro estão embrenhados numa partida de xadrez enquanto são observados por uma misteriosa dama vestida de negro. Todavia, à época em que o quadro foi pintado, um dos jogadores já havia sido assassinado.
Cinco séculos depois, uma restauradora de arte encontra a inscrição oculta: uis necavit equitem? (Quem matou o cavaleiro?) Auxiliada por um antiquário e um excêntrico jogador de xadrez, a jovem decide resolver o enigma. A investigação assumirá contornos muito singulares: o seu êxito ou fracasso será determinado, jogada a jogada, através de uma partida de xadrez constantemente ameaçada por uma sucessão diabólica de armadilhas e equívocos.
Livro fundamental para os amantes do mistério, A Tábua de Flandres foi a obra que tornou Arturo Pérez-Reverte o escritor espanhol contemporâneo mais lido em todo o mundo. Já adaptado ao cinema, é um apaixonante puzzle que o autor encadeia com uma destreza absolutamente excepcional.
Como a sinopse refere, uma jovem restauradora de obras de arte, descobre uma inscrição oculta na pintura em que se encontra a trabalhar. Um quadro que retracta uma partida de xadrez disputada entre duas personagens, sendo que foi pintado dois anos após o assassinato de uma delas.
A partir do momento em que este facto, bem como a inscrição misteriosa se tornam perceptíveis, um desencadear de situações e de acontecimentos, transformam a vida pacata de Júlia (a restauradora) num reboliço imparável. E quando se pensa que tudo se resume a uma investigação no mundo das antiguidades, surge um jogador misterioso que vem transformar um mistério antigo, ainda por revelar ao fim de 5 séculos, num outro mistério, cheio de armadilhas, que envolve todos os protagonistas e que se desenvolve ao ritmo de cada lance num tabuleiro de xadrez.
A Dama Branca e a Dama Preta, bem como o Cavaleiro (antigamente era este o nome dado ao Cavalo) e o seu Bispo, são peças fundamentais deste jogo que se move com uma aguçada agilidade, e que vai por a nu todas as facetas que a ambição e o poder exercem sobre a mente humana.
Um livro muito bom e muito ao género que o Arturo Pérez-Reverte vai habituando os seus seguidores. Uma escrita cativante que agradará certamente a todos aqueles que gostam de um bom mistério e uma boa partida de xadrez.
O final, que acaba por ser um pouco previsível (desde que estejamos com atenção a pequenos pormenores que ocorrem ao longo do desenrolar da história) não tira o interesse com que vamos acompanhando a partida de xadrez que se vai jogando em plena vida madrilena.
Um bom livro, um bom escritor do qual irei ler um dia destes “O Clube Dumas” (livro que inspirou o filme “A Nona Porta”).





